Seja Bem Vindo - Comunicar é uma Necessidade Humana

"Educar é crescer. E crescer é viver. Educação é, assim, vida no sentido mais autêntico da palavra". (Anísio Teixeira)


quinta-feira, 8 de dezembro de 2011

Artista diz ter achado imagens secretas na Mona Lisa




Os círculos marcam as regiões nas quais três dos animais teriam sido achados: à esquerda, acima, estaria a cabeça de um leão; abaixo dele, a de um macaco. À direita da Gioconda, um búfalo. As imagens só seriam visíveis com o quadro de lado.
São Paulo- Pintor e designer gráfico americano diz ter encontrado uma série de animais escondidos na Mona Lisa. Os achados seriam fruto de observação em ângulos diferentes aliadas a textos do próprio Leonardo da Vinci.
Segundo Ron Piccirillo, de Nova York, é possível enxergar um leão, um búfalo, um macaco e uma serpente ou crocodilo na tela. Esses elementos permitiriam dizer que o quadro mais famoso do mundo, pintado em 1519, é, na verdade, uma representação da inveja.
As informações, divulgadas por uma série de veículos internacionais, devem causar polêmica. Segundo o Telegraph, o pintor de 37 anos diz ter descoberto elementos escondidos semelhantes em outras pinturas renascentistas, como obras de Ticiano e Rafael e até mesmo na Capela Sistina, de Michelangelo.
A Mona Lisa, ou Gioconda, é cercada de mistérios e interpretações. A comunidade acadêmica, de historiadores, costuma encarar com ceticismo as especulações sobre códigos secretos ou mensagens escondidas na obra de Leonardo da Vinci. Recentemente, um grupo afirmou ter encontrado números e letras no quadro, mas o achado não foi oficialmente reconhecido.
Macaco e Leão
Desta vez, as imagens na Mona Lisa foram achadas depois que Piccirillo observou uma réplica do quadro virada de lado. Na nova perspectiva, ele enxergou a cabeça de um leão pairando no ar, do lado esquerdo da cabeça da Gioconda.  Um rosto de macaco estaria logo abaixo do leão, e um búfalo apareceria do outro lado da cabeça (áreas realçadas nas fotos acima e abaixo).
Búfalo
Depois de notar a presença dos animais na obra, o artista teria passado dois meses analisando anotações de da Vinci até encontrar uma passagem sobre a inveja que, segundo sua interpretação, explicaria não só a descoberta, mas também outros elementos do quadro. O texto fala sobre como um artista tentando retratar a inveja deve incluir detalhes específicos em sua obra.
Em uma das passagens, da Vinci fala que é preciso “lhe dar uma pele de leopardo, porque essa criatura mata o leão de inveja” – este trecho explicaria a existência do leão no quadro.  Já a mão direita com o pulso torto estaria ligada a uma passagem que menciona a inveja como tendo um “movimento das mãos em direção aos céus, porque, se pudesse, usaria suas forças contra Deus”.  Já as sombras ao redor do nariz e olhos, que, segundo alguns, se parecem com uma palmeira, teriam relação a outro trecho. Nele, Da Vinci diz que a inveja deveria estar ferida nos olhos com um ramo de palmeira ou oliveira, “mostrando que ela odeia a verdade”.
cobra
Durante sua leitura, Piccirillo teria se deparado também com uma passagem na qual Leonardo dá instruções de como olhar para uma obra (qualquer, não especificamente a Gioconda): a um ângulo de 45º, do lado esquerdo. Ao observar a Mona Lisa dessa forma, ele teria encontrado o formato sinuoso de um crocodilo ou serpente que parece sair de sua roupa.  Em outra passagem, Da Vinci faria referência à cobra, dizendo que é preciso retratar a inveja com seu coração sendo comido por uma serpente (ao lado, imagem da cobra/crocodilo).
As opiniões do artista americano são polêmicas e bastante especulativas. Nunca foram encontrados textos de Da Vinci falando sobre a Mona Lisa, portanto, só é possível imaginar se esta passagem sobre a inveja faz referência ao famoso quadro. Além disso, as figuras encontradas na obra são bastante borradas e abertas a praticamente qualquer tipo de interpretação. Cabe, agora, aos historiadores avaliar as alegações.
FONTE: Boletim INFO Online - 08/12/2011

sábado, 3 de dezembro de 2011

As consequências da divisão do Pará

O blog Educação Memória e Entretenimento, no objetivo de informar a sociedade brasileira sobre os prós e os contras da divisão do Estado do Pará, divulga um infográfico sobre as consequências dessa divisão, nesse infográfico você conhece dados sobre o atual Estado do Pará e os futuros Estados de Tapajós e Carajás – caso a população paraense opte pela divisão no plebiscito do dia 11 de Dezembro).

Esse infográfico está disponível no site da revista veja, é uma ótima oportunidade para você ampliar os conhecimentos de Geografia e conhecer o interior do Brasil, aproveite e bons estudos.

Para finalizar gostaria de saber sua opinião, você é contra ou a favor da divisão do Estado do Pará? Faça sua votação online respondend a essa postagem.

Para ter acesso ao infográfico clique aqui.


ATT: Luziano Batista Pereira
Educador Icoense.

Qual o seu grau de dependência da tecnologia? Faça o teste!

Você sabe quanta informação o ser humano consegue processar por dia? Segundo o Museu da Comunicação de Berna (Suíça), com a ajuda da tecnologia, os humanos recebem sete exabytes de dados a cada 24 horas. Isso representa cerca de 959 bilhões de fotos em alta resolução (6 MB por foto) ou 12 mil livros. Ainda de acordo com o museu, durante o período de um clique, 20 milhões de emails são enviados e, a cada segundo, 200 mil mensagens de textos são escritas. Absurdo, não é?

Com essa quantidade de dados atropelando nosso cérebro em um período tão curto de tempo, não há quem não fique estressado. E foi pensando justamente nesse estresse causado pela vida moderna que o museu suíço resolveu criar uma exposição para ajudar as pessoas a se desintoxicar desse mundo de informação e, conseqüentemente, da tecnologia.

A exposição, chamada de "Attention: communiquer nuit" ("Cuidado: comunicar é perigoso", em português), funciona como uma espécie de clínica, onde os "pacientes" podem testar o seu grau de dependência da tecnologia e receber um "tratamento" e conselhos de como voltar a se comunicar de uma forma menos compulsiva.

"Hoje em dia somos bombardeados de informações e temos acesso privilegiado a todos os tipos de mídia e novas tecnologias, mas somos muitas vezes submergidos por essa abundância. Transformamo-nos em escravos da comunicação ou das mídias de informação", explica a diretora do museu, Jacqueline Strauss.

A escravidão, como menciona a diretora, pode ser uma característica típica do vício da internet, segundo a psicóloga especialista em internet, Luciana Ruffo, do Núcleo de Pesquisa de Psicologia em Informática da PUC/SP. De acordo com ela, o vício é caracterizado não pelo tempo de uso da tecnologia, mas pela uso que se faz da tecnologia. “Uma pessoa que deixa de comer, sair ou dormir está viciada. Ela perde rendimento no trabalho ou escola devido ao cansaço gerado pela conexão", diz a psicóloga. "Também é comum que o viciado só fale sobre internet e até sonhe com coisas relacionadas à tecnologia", completa.

Para avaliar o grau de dependência das pessoas, o museu desenvolveu um teste que fica logo na entrada da exposição. O visitante só pode entrar no espaço se passar por ele. Quem não sofre de estresse e tem pouca dependência vai direto para a porta verde e sai ileso da clínica, direto para o local da exposição. Já os demais casos passam pelas portas amarela, laranja e, a pior de todas: vermelha, onde encontra-se um “tratamento de choque”. Atrás dessa porta, o visitante precisa permanecer certo tempo totalmente desconectado - sem celular, computador ou MP3 player – apenas estendido em puffs e acompanhados por uma voz feminina que lhes convida a fechar os olhos e parar de pensar.

Já dentro da exposição, o museu recomenda alguns exercícios de relaxamento como empilhar pedras, caminhar ou usar brinquedos de concentração. Luciana também dá outras dicas para se "desintoxicar" da tecnologia: procurar atividades reais que não envolvam nenhum aparelho eletrônico e que exijam a companhia de amigos ou familiares. "É preciso sair efetivamente com as pessoas e aproveitar unicamente esses encontros reais, sem fazer outras coisas ao mesmo tempo como usar a internet no celular", comenta.

Outro conselho simples que pode dar resultado é se perguntar: porque preciso estar conectado o tempo todo? O que estou ganhando com isso? Assim, a pessoa toma consciência de que seu tempo pode estar sendo desperdiçado na internet sem a menor necessidade. "A pessoa se vicia na tecnologia porque tem alguma coisa errada ou a incomodando na sua vida pessoal. Por isso que, quando ela descobre o motivo, fica mais fácil parar e até perder o interesse", diz. Luciana ainda comenta que, diferente de outros vícios como drogas ou alcoolismo, o vício da tecnologia não precisa que o dependente pare de usar os aparelhos, até porque isso é complicado, uma vez que a internet está muito presente em nossas vidas. "A pessoa precisa apenas tomar consciência de que o uso está sendo exagerado e que ela pode sentir prazer fazendo outras coisas", conclui.

Aqueles que querem uma ajudinha extra para fazer a desintoxicação digital, podem contar com um Instituto de Psiquiatria especializado em dependência de internet. Eles oferecem atendimento à população, orientação e pesquisa de novas terapias que tratem de pacientes que desenvolveram alguma forma de dependência tecnológica. No site é possível ler artigos sobre o assunto, conhecer os tratamentos e entrar em contato com os psicólogos ou psiquiatras da equipe.

Além disso, existem hotéis nos Estados Unidos que já trazem pacotes que impõem limites à conexão virtual. A proposta é que os hóspedes esqueçam seus smartphones, tablets e computadores, e aproveitem os momentos de descanso livres da tecnologia. Para conhecer estes paraísos totalmente analógicos, visite os sites do Lake Placid Lodge (Nova York) e Quincy (Washington).

Quer saber qual o seu grau de dependência da tecnologia? Faça o teste que elaboramos e descubra se você está precisando de uma desintoxicação. E mais abaixo, confira algumas fotos da exposição do Museu da Comunicação de Berna.

Para Fazer o teste clique aqui.

 

FONTE: Olhar Digital – 03/12/2011 – 14:29hs

quinta-feira, 1 de dezembro de 2011

Após queda de ditador, protestos continuam com força no Egito

O Profissão Repórter viajou pelo mundo para mostrar a onda de protestos que marcou o ano de 2011. Veja abaixo, o programa na íntegra, dividido em dois blocos.

O repórter Thiago Jock foi até Cairo, no Egito, e viu de perto os protestos dos manifestantes que já tiraram um ditador do poder e agora lutam contra os militares que assumiram o governo. Nas ruas, ele registra o esforço dos manifestantes para libertar presos políticos e o medo da repressão.

Em Nova York, Caco Barcellos acompanha a briga da polícia com os manifestantes do Occupy Wall Street, movimento que protesta contra desigualdade econômica mundial. Alguns aproveitaram o dia de promoção nas lojas para fazer campanha contra o consumismo.

A repórter Paula Akemi fica uma noite acampada com os manifestantes que apóiam o movimento de Wall Street em Londres e mostra como era a vida dos jovens nos acampamentos. Paula também vai para Atenas, na Grécia, e presencia diversas manifestações da população que, em meio a forte crise econômica, protesta contra as demissões em massa e cortes de salário.

Em são Paulo, Eliane Scardovelli conhece brasileiros que passaram anos na Europa e agora voltam para o Brasil por conta da crise econômica.

Vídeo parte 1 - Assistir
Vídeo parte 2 - Assistir

FONTE: Profissão Reporter - Rede Globo - 29/11/2011 - Disponivel no site www.g1.com.br

A guerra do Pará

Plebiscito sobre a criação de Tapajós e Carajás, marcado para dezembro, já divide o Estado e provoca debates acalorados entre separatistas e unionistas. Campanha está nas ruas e invade a tevê na próxima semana


No próximo dia 11 de dezembro, os eleitores paraenses irão às urnas para decidir se concordam em dividir o Estado em três. Caso a maioria do eleitorado vote pela divisão, o Pará, hoje com área de 1.247.689 quilômetros quadrados, ficará com 17% desse território, Carajás, ao sul do Estado, com 35%, e Tapajós, localizado a oeste, com 58%. Mas antes mesmo do resultado da consulta, a população já está convivendo com um racha ideológico, marcado pela troca de acusações entre separatistas e unionistas. Em Belém, as ruas estão repletas de bandeiras vermelhas e adesivos com frases contrárias à separação. Camelôs vendem camisetas e expõem faixas pregando a união. Até o governo estadual e a prefeitura resolveram entrar na briga com propagandas institucionais que fazem referência à força de um Estado unido. Enquanto isso, nas cidades do interior, a ideia da independência gera discursos apaixonados de quem aposta na melhoria dos serviços públicos. O material, nesse caso, em cores verde e amarela, simboliza o sonho da separação e dá o tom de quem luta pela criação dos novos Estados. Para acirrar ainda mais a disputa, a medição de forças dos lados antagônicos invadirá as telas de tevê a partir do próximo dia 11, data do início das campanhas nos veículos de comunicação.

Não faltam argumentos fortes dos dois lados. A região que pode abrigar Carajás é sede de empresas milionárias e, junto com Tapajós, é responsável hoje por mais de 40% da arrecadação de ICMS do governo paraense. Além disso, na área que deixaria de pertencer ao Pará encontram-se grandes projetos como as usinas de Tucuruí e Belo Monte e a Mina de Ferro Carajás – a maior a céu aberto do mundo – que é explorada pela Vale. Também estão em Carajás duas fazendas do publicitário Duda Mendonça, que pediu R$ 9 milhões para fazer a campanha a favor da separação. Diante da perda anunciada, o governo estadual tem trabalhado nos bastidores para preservar todo o território. O governador Simão Jatene (PSDB) escalou o deputado federal Zenaldo Coutinho (PSDB-PA), que comandava a Casa Civil do Estado, para encabeçar a frente antisseparatista. Além disso, pôs na rua uma propaganda institucional pregando que o desenvolvimento exige um Estado forte e vereadores passaram a acusar Jatene de usar a máquina administrativa para coagir servidores a votar pelo não. “Estamos fazendo uma campanha com tranquilidade e percorrendo diferentes regiões. Não faz sentido que 64% da população paraense fique concentrada em 17% do território”, defende Coutinho.

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Se, para sensibilizar os eleitores, as forças que pregam a manutenção do atual cenário revelam as contas sobre o possível estrago financeiro provocado pela divisão, a frente a favor da criação dos novos Estados trabalha para convencer os paraenses de que não haverá prejuízos. Só ganhos. Para o deputado Giovanni Queiroz (PDT-PA), que coordena a frente pró-Carajás e foi um dos maiores articuladores da aprovação da proposta do plebiscito no Congresso, os dados mostram que o Pará continuaria com a maior parte da arrecadação, cerca de 66% do ICMS, e ainda iria se livrar das despesas com cinco mil servidores, hospitais e escolas. Além disso, argumenta Queiroz, cidades como Belém, deixariam de dividir as cifras das receitas com os municípios que farão parte dos novos Estados. “O que precisamos mostrar é que vamos ganhar na governabilidade. A região que queremos tornar independente é esquecida pelo poder público. Há conflitos agrários graves, mortes e dados terríveis de crescimento. É preciso criar novas estruturas na região”, diz.

O que mais pesa contra a divisão é justamente a criação das novas estruturas administrativas. Além da contratação de funcionários, seria necessário implantar uma máquina pública com hospitais, escolas e órgãos. A despesa pode ultrapassar R$1 bilhão por ano para cada novo Estado, segundo o pesquisador do Instituto de Pesquisas Econômicas Aplicadas (Ipea) Rogério Boeiri. “A conta é alta e muitas vezes sobra para o governo federal. O que podemos dizer é que esses projetos separatistas interessam, e muito, aos políticos. É uma nova estrutura de poder que está em jo­go. São cargos, mandatos federais e estaduais, mais vagas e mais recursos”, opina o pesquisador.

Antes de discutir sobre os bilhões que podem pagar a conta de um eventual novo Estado, separatistas e unionistas precisam fazer os cálculos dos custos do plebiscito. As campanhas nos veículos de comunicação terão início na próxima semana e, até agora, a arrecadação – pelo menos a oficial – das duas frentes ainda anda a passos lentos. Segundo dados declarados ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE), as frentes em defesa da separação arrecadaram R$ 87 mil, enquanto o grupo contrário recebeu pouco mais de R$ 22 mil. Diante desse quadro, os dirigentes dos dois grupos estão afinados pelo menos numa avaliação: acreditam que, quando começar a guerra no horário eleitoral, o ritmo de arrecadação vai melhorar. De resto, qualquer que seja o resultado do plebiscito, a divisão já deixou suas marcas no Pará.

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FONTE: www.istoe.com.br - Materia de Izabelle Torres - 02/11/2011

sábado, 26 de novembro de 2011

Professores rejeitam proposta de greve e aprovam negociação

 25112011bPor maioria expressiva de votos, os professores da rede estadual de ensino da capital e interior do Estado, em Assembleia Geral, no Ginásio Paulo Sarasate, rejeitaram hoje, (sexta-feira (25/11), a proposta de greve geral e decidiram permanecer com o processo de negociação encaminhado pelo Sindicato – APEOC.
A Mesa de Negociação foi formalizada logo após a suspensão da greve de 63 dias que paralisou as atividades escolares na rede estadual de ensino e que concluiu, recentemente, a sua primeira fase de negociação com 11 parâmetros, tendo como base a Lei 12.066, atual plano de cargos e salários dos professores estaduais.
O marco da luta do Sindicato – APEOC registra como conquista, segundo Anízio Melo: manutenção da estrutura da carreira conquistada em lei; regência em percentual sobre cada nível; manutenção do interstício de 5%; continuidade da progressão vertical e promoção; ganho de 15% em duas etapas (novembro e janeiro de 2012; não incorporação de VPNI; ascensão anual; vinculação de 80% do FUNDEB para remuneração no magistério; remuneração inicial do professor graduado de R$ 1.6890,00, especialista R$ 2.483,75 e mestre R$ 3.293,48, implementação de 1/3 para hora atividades de forma escalonada iniciando em 2012.
O professor Anízio Melo presidiu a Assembleia Geral de ontem, assim como todas as anteriores cumprindo regimentalmente o que dispõe o Estatuto do Sindicato – APEOC e como assim determina Art. 16, portanto, democraticamente estabeleceu norma de discussão e deliberação. A maioria absoluta dos presentes, aproximadamente oito mil professores, devidamente credenciados aceitaram, para o momento, como proposta viável à categoria, o que está fazendo o Sindicato – APEOC: negociar sem renúncia de conquista e avançar para obter o melhor para a educação e educadores.
A decisão da Assembleia não descarta em caráter definitivo uma futura paralisação, caso o processo de negociação com o governo não venha atender os principais itens considerados indispensáveis à valorização profissional da categoria, como assim deixou explícito em suas palavras o professor Anízio Melo. Para ele a greve será sempre um instrumento disponível ao trabalhador que tenha direito usurpado, porém, acredita no atual canal de negociação que hoje existe entre governo e Sindicato – APEOC, entidade com legitimidade para representar os trabalhadores em educação na rede pública de ensino do Estado.

FONTE: Site da APEOC - 25/11/2011

quinta-feira, 24 de novembro de 2011

8 razões para usar o Youtube em sala de aula


Foto disponivel em http://revistaescola.abril.com.br
Prender a atenção dos estudantes, que estão cada vez mais conectados, não tem sido uma tarefa fácil para os educadores. O problema se torna cada vez maior conforme os alunos ficam mais velhos. Nas salas de aula do Ensino Médio, é muito comum os professores disputarem a atenção dos estudantes com aparelhos eletrônicos, celulares ou smartphones. Por isso, o momento é propício para tornar a tecnologia - e a sua turma - uma aliada em sala de aula. "O uso de recursos tecnológicos que estão presentes no dia a dia dos alunos pode ajudar a aproximá-los dos temas tratados em sala, além de servir como estímulo para o estudo", afirma Marly Navas Soriano, professora de Informática Educativa da EMEF Cleómenes Campos, em São Paulo.
Para encorajá-lo a usar o Youtube em sala, listamos oito bons motivos para incluir a rede social no seu planejamento e na sua rotina profissional:

1- Oferecer conteúdos que sirvam como recursos didáticos para as discussões em aula
Incentive os estudantes a participar das aulas compartilhando com eles vídeos que serão relevantes para o contexto escolar. Desde que bem selecionados, os conteúdos audiovisuais podem mostrar diferentes pontos de vista sobre um determinado assunto, fomentando os debates e discussões em sala.

2- Armazenar todos os vídeos que você precisa em um só lugar
Se você ainda não é um usuário do Youtube, basta criar uma conta na rede (gratuitamente) para ter acesso às listas de reprodução (playlists). Elas permitem que você organize seus vídeos favoritos em sequência. Um usuário não precisa selecionar apenas vídeos publicados por ele, ou seja, a playlist de um professor pode conter vídeos publicados por outros membros do Youtube. Outra vantagem de organizar os vídeos em listas é que quando um vídeo termina, o próximo começa sem que sejam oferecidos outros vídeos relacionados, mas que não interessam ao seu propósito didático naquele momento. Ao selecionar o material que será visto pelos alunos, você pode garantir que o conteúdo hospedado em seu canal seja confiável, pois ele passou pela sua curadoria.
Consulte dois tutoriais breves, desenvolvidos pelos profissionais do Youtube, sobre como criar uma lista de reprodução e como organizar seus vídeos.

3- Montar um acervo virtual de seus trabalhos em vídeo
Com uma câmera fotográfica, um celular ou uma câmera de vídeo simples, você pode capturar e salvar projetos e discussões feitas em sala de aula com seus alunos. Com esses registros da prática pedagógica você terá em mãos (e na rede) um material rico, que pode servir como base para uma análise crítica de seu trabalho e dos trabalhos apresentados por seus alunos. Os registros ainda viram material de referência para toda a comunidade escolar, pois qualquer vídeo armazenado no Youtube pode ser facilmente compartilhado entre os alunos e professores da escola e fora dela.
Aqui, um tutorial desenvolvido pelos profissionais do Youtube sobre como compartilhar uma lista de reprodução.

4- Permitir que estudantes explorem assuntos de interesse com maior profundidade
Ao criar listas de reprodução específicas para os principais assuntos abordados em sala, você cumpre o papel do mediador e oferece aos alunos a oportunidade de aprofundar os conhecimentos a respeito dos temas trabalhados nas aulas. Ao organizar playlists com vídeos confiáveis e relevantes, você permite que os estudantes tenham contato com os conteúdos que interessam a eles, sem que eles percam muito tempo na busca e na seleção de informações.

5- Ajudar estudantes com dificuldades
Você pode criar uma lista de reprodução com vídeos de exercícios para que os alunos resolvam no contraturno escolar. Esse material serve como complemento para os conteúdos vistos em sala e os estudantes podem aproveitá-lo para fazer uma revisão em casa dos assuntos vistos na escola.

6 - Elaborar uma apresentação de slides narrada para ser usada em sala
Você pode usar o canal de vídeo para contar uma história aos alunos e oferecer a eles um material de apoio que possa ser consultado posteriormente. Produza uma apresentação de slides narrada, com imagens que ilustrem o tema abordado e passe o vídeo em sala de aula.
Aqui, um tutorial desenvolvido pelos profissionais do Youtube sobre como editar vídeos na página de exibição de vídeos.

7 - Incentivar os alunos a produzir e compartilhar conteúdo
Lembre-se: seus alunos já nasceram em meio à tecnologia. Por isso, aproveite o que eles já sabem e proponha que usem câmeras digitais ou smartphones para filmar as experiências feitas no laboratório de Ciências, para que desenvolvam projetos - como a gravação de um "telejornal" nas aulas de Língua Portuguesa, por exemplo - ou nas apresentações de seminários. O conteúdo produzido pelos estudantes também pode ser disponibilizado na rede - desde que os pais sejam comunicados previamente para autorizar a exibição de imagem dos filhos na rede. Tal ação pode incentivar os estudantes a participar de forma mais ativa das aulas.

8 - Permitir que os alunos deixem suas dúvidas registradas
Você pode combinar com seus alunos para que eles exponham as dúvidas no espaço de comentários do canal, logo abaixo dos vídeos. Assim, é possível criar ou postar novos vídeos sobre os assuntos sobre os quais os estudantes ainda têm dúvidas.

(Fonte: Youtube para professores – disponível em www.revistaescola.abril.com.br

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